14
de
janeiro
01 - Por que idealizamos seres que não existem?
- Carência mesmo ._.
- Burrice, no mÃnimo. ¬¬’
- Covardia x_x’
02 - Por que mesmo sabendo que eles não existem nós continuamos a fantasiar?
- Na esperança de encontrar… eu acho ._.
- Pra se torturar, só pode! ¬¬’
- Pra amenizar algo… solidão, por exemplo x_x’
03 - E por que diabos começamos a viver em função disso?
- Porque estamos viciados. ._.
- Porque não somos fortes o suficiente pra parar. ¬¬’
- Porque é a única coisa que temos. x_x’
04 - O que seria um ato desesperado na solidão?
- Abraçar travesseiros. ._.
- Imaginar prÃncipes encantados É algo desesperado ¬¬’
- Tentar assimilar cheiros de perfume à alguém x_x’
05 - Sugestões?
- Parar, ué ._.
- Correr atrás de alguém de carne e osso! ¬¬’
- Continuar na mesma… x_x”
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Isso não me levou à nada (de novo). Morfina, por favor.
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11
de
janeiro
Mais uma bela forma de começar um novo ano. Acontece que é inevitável não escrever sobre todos os acontecimentos ruins que, não sei porquê, ficam na minha cabeça por tanto tempo. Quer dizer, eu tô de férias e ainda falta um bom tempo para as aulas começarem, mas cadê a diversão?
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Não que eu exija que a cada dia uma coisa surpreendente me aconteça, pelo contrário. Não espero salvar velhinhas de um assaltante e parar em um noticiário. A utopia não me arrebata com essa força. Mas eu me pergunto: por que eu preciso me sentir triste o tempo todo? Como se eu fosse a única pessoa no planeta que não consegue ficar um minuto sem pensar em como a vida é dÃficil?
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Eu sei que é potencialmente egoÃsta o que eu digo, já que há pessoas em situações muito piores que a minha. Poxa, fazem quatro anos. Eu preciso de uma pausa nisso tudo. Talvez me sentir bem não apenas em uma reuniãozinhade amigos uma vez o outra e que, provavelmente, vai acabar quando eu chegar em casa tendo só o computador de companhia. Pelo menos por um tempo… eu queria tanto apreender a gostar de mim mesma. Isso sufoca.
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Dá vontade de trancar todas as crianças que eu vejo por aà em um frasco de vidro. Assim elas não crescem e se limitam a brincar pra sempre. Crescer é tão doloroso… devia haver uma opção ou uma forma de deixar o processo mais lento. Droga, isso é tão imaturo da minha parte.
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Espero que eu esqueça um pouco de toda essa sensação ruim, nem que pra isso eu precise me sentir um fantoche. Quando se é feito de pano não há carne para doer.
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NotÃcia boa [sério?]: passei no PSS da UFPB.